Preço e cotação da Solana (SOL)

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Saiba tudo sobre a Solana e seu token nativo SOL

A Solana é uma blockchain focada em transações rápidas e contratos inteligentes. Para quem já entende sobre Ethereum, não é nada complicado entender sobre a Solana e sua relação com o token SOL. Entretanto, para quem não entende, esse texto vai deixar tudo explicado!

Embora tenha semelhanças com outras blockchains, a Solana tem também suas particularidades. Essas particularidades aumentaram o número de usuários da rede e consequentemente impulsionaram o preço do SOL. Para entender melhor tudo isso, vamos dividir o conteúdo nas seguintes partes:

Logo Solana
Surgimento da Solana

um rápido contexto histórico sobre o projeto;

Prova de História (PoH)

uma rápida explicação sobre esse algoritmo único;

Principais diferenciais da Solana

embora se pareça com outros projetos focados em contratos inteligentes, a Solana tem suas características únicas;

O que é SOL

para entender a Solana, é necessário entender o SOL;

Finanças descentralizadas

uma abordagem de como as finanças descentralizadas, ou DeFi, estão ganhando espaço na Solana.

Surgimento da Solana

Apesar da recente popularidade, a Solana já existe desde 2017. Ou seja, desde a última disparada do Bitcoin o SOL já estava por aí. Seu fundador é Anatoly Yakovenko, CEO da Solana Labs, que idealizou uma blockchain mais rápida para transações – e, consequentemente, contratos inteligentes. Falando em contratos inteligentes, a Solana é um protocolo focado justamente no desenvolvimento de aplicações descentralizadas, ou dApps, que são a base das finanças descentralizadas.

Essa é a importância de transações mais rápidas. Não apenas para enviar quantias para outra pessoa de forma ágil, mas também para garantir a fluidez dos contratos inteligentes, impactando diretamente nas finanças descentralizadas. E a velocidade é o principal diferencial da Solana, impulsionada através da Prova de História (PoH).

  • É muito provável que você já tenha ouvido falar em prova de participação ou prova de trabalho, também conhecidos como proof of work e proof of stake, respectivamente. Historicamente, sempre quando se fala em tecnologia blockchain, o conceito de escalabilidade surge durante a conversa. O problema de escalabilidade é especialmente mais grave em protocolos baseados em prova de trabalho.

    Escalabilidade, de forma simples, é a possibilidade de um protocolo crescer. Em outras palavras, é a capacidade que um projeto tem de continuar atuando sem problemas quando o número de usuários dispara. Por exemplo, quando o mercado de criptomoedas está calmo, você consegue transacionar Ethereum de forma rápida e barata. O que acontece quando o preço da ETH dispara e o volume transacionado aumenta de forma massiva? Pois é, as confirmações das transações demoram um pouco mais e as taxas ficam significativamente mais caras.

    A Prova de História (PoH) utilizada pela Solana é uma forma de dar escalabilidade ao projeto, por isso sua blockchain consegue verificar milhares de transações por segundo (TPS). Contudo, é importante ressaltar que o PoH não é um algoritmo de consenso, como Prova de Trabalho ou Prova de Participação. Trata-se de uma funcionalidade adicional para facilitar a verificação das transações da Solana, que utiliza o algoritmo de consenso de Prova de Participação.

    Vendo na prática

    Vejamos como funciona essa diferença técnica na prática, sem complicar demais o assunto.

    As transações de Bitcoin são inseridas em um bloco, que é ‘carimbado’ e verificado. Essas transações, por sua vez, não são ordenadas, e as informações envolvendo data e hora são colocadas no carimbo do bloco – que abrange todas as transações dentro dele.

    Contudo, essas informações podem variar de acordo com os nós que verificaram as transações, então esses nós precisam verificar todo o ‘livro contábil’ do Bitcoin antes de confirmar a validade do bloco para o restante da blockchain. Como você pode imaginar, isso leva tempo.

    No caso da Prova de História, cada transação possui uma identificação única de saída. Essa identificação única de saída é relacionada na identificação de entrada da próxima transação. Desta forma, ambas estão relacionadas e é possível diferenciar qual foi efetuada primeiro, criando um padrão sequencial. Diferente da blockchain do Bitcoin, as transações já aparecem ordenadas, o que agiliza o processo de confirmação e demanda menos tempo e trabalho.

Principais diferenciais da Solana

Além da Prova de História, a Solana conta com algumas funcionalidades próprias que impulsionam sua velocidade de processar transações. Algumas delas são muito técnicas, sendo mais fácil abordar brevemente o que elas fazem para então explicar qual é o impacto. As outras funcionalidades são:

  • Símbolo de exclamação
    Archivers: um tipo diferenciado de armazenamento;
  • Símbolo de exclamação
    Pipelining: uma unidade de processamento única, capaz de otimizar o processo de validação;
  • Símbolo de exclamação Sealevel: um método próprio de organizar e processar contratos inteligentes adicionais;
  • Símbolo de exclamação Turbine: um protocolo para propagar as informações dos blocos na rede de forma mais rápida.
  • Símbolo de exclamação
    Cloudbreak: uma base de dados de contas e chaves públicas;
  • Símbolo de exclamação
    Gulf Stream: um protocolo capaz de encaminhar transações sem mempool;
  • Símbolo de exclamação
    Tower BFT: aplicação da PoH no conceito de Tolerância de Falha Bizantina.

Para entender o impacto dessas ferramentas, é válido fazer uma comparação. Cada bloco do Bitcoin é processado a cada 10 minutos, enquanto os blocos do Ethereum levam cerca de 15 segundos. No caso da Solana, cada bloco é processado em 400 milissegundos, ou 0,4 segundos. Esse é o motivo por trás da utilização massiva da Solana e de suas milhares de transações processadas por segundo.

O que é o SOL?

Assim como o Ethereum tem a ETH como token nativo, a Solana tem o token SOL. A princípio, o conceito é simples: as taxas da rede são pagas em SOL. Desta forma, para interagir com as -aplicações de finanças descentralizadas na Solana é necessário possuir seu token.

Contudo, ainda é necessário passar por alguns pontos relacionados com o SOL. O primeiro deles é a queima de SOL com base nas taxas transacionais. Mais precisamente, metade do valor pago em SOL nas transações dentro da Solana são utilizados para queimar o suprimento de 500 milhões do token. Ou seja, o montante é retirado de circulação para sempre, agindo como um mecanismo deflacionário.

Solana (Sol) Coin

Staking

O segundo ponto tem relação direta com o algoritmo de consenso da Solana: a possibilidade de staking. É possível ‘travar’ SOL junto a um validador do protocolo e receber rendimentos variáveis. O staking pode ser feito por meio de qualquer carteira com suporte para o padrão de token SPL, que é o padrão do SOL, e que tenha suporte para staking. A mais famosa é a carteira SolFlare, que já conta com as instruções de staking são dadas pela própria carteira.

Finanças descentralizadas

As finanças descentralizadas, ou DeFi, tornaram-se muito populares em 2020. Desde então, os protocolos DeFi são cada vez mais utilizados. Não é surpresa que a Solana, com suas baixas taxas e interações velozes, seja muito procurada por investidores.

A Serum é possivelmente o protocolo DeFi mais conhecido da rede Solana. Trata-se de um livro de ofertas central, semelhante ao mercado financeiro tradicional, agrupando ordens de compra e venda em um só local. A rede Ethereum, tendo em vista suas limitações de escalabilidade, não consegue oferecer este tipo de serviço aos usuários da rede.

No campo dos tokens não fungíveis, ou NFTs, a ‘OpenSea da Solana’ é o Metaplex. Trata-se de um marketplace para NFTs, semelhante a outros vistos no Ethereum. É válido ressaltar também a integração da Audius, uma espécie de Spotify descentralizado, com a Solana. Por meio da ponte, é possível que as transmissões de colecionáveis digitais sejam feitas também para a Solana, por meio da carteira Phantom – que possibilita a interação entre blockchains.

O número de aplicações descentralizadas na Solana tem crescido, justamente tendo em vista a alta escalabilidade da rede. A alta procura até mesmo causou uma queda repentina nos serviços do protocolo recentemente. Onde há surgimento de novos projetos, há chance de lucrar com seus tokens.

Desta forma, cria-se um ciclo: aplicações descentralizadas buscam a Solana pelas suas vantagens. Investidores invadem a blockchain buscando novas chances de lucrar. Mais protocolos, vendo a movimentação na blockchain, consideram a Solana para lançar seus projetos. Considerando que o projeto ainda está em sua fase inicial, também conhecida como beta, o futuro da Solana pode ser promissor.

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